Músicas:
1. Nothing But You - Paul Van Dyk;
2. Roxanne - The Police;
3. Voices inside My Head - The Police;
4. A Fifth of Beethoven - Walter Murphy & the Big Apple Band;
5. My Eyes Have Seen You - The Doors.
§1. A terceira etapa
Noventa pessoas foram aprovadas na segunda fase do vestibular para o bacharelado em matemática. Como o curso só tem 30 vagas por ano, pelo menos 60 desse total de candidatos seriam desclassificados (ou desistiriam) durante a terceira etapa. Nessa terceira fase, teríamos aulas e provas de duas disciplinas (Introdução à Matemática 1 e Introdução à Matemática 2) nas tardes de terça, quinta e sexta (cada dia com 2h de cada disciplina), durante todo o primeiro semestre letivo de 2008.
As aulas eram boazinhas para revisar assuntos de matemática básica e principalmente para ver a cara do pessoal, conhecer o povo que estudaria comigo em matemática. Gabriel e Gilson eu já conhecia pelo Orkut desde antes do vestibular. O resto eu fui conhecendo aos poucos.
Logo nos primeiros dias, Gabriel me disse que eu tinha tirado 10 na redação do vestibular, ele tinha visto minha nota na COVEST quando foi levar a documentação lá. Depois, Gilson me passou o link da página na internet onde tinha as notas e, de fato, eu tirei 10, tanto na redação como nas questões discursivas, ou seja, em toda a prova da segunda etapa. Fiquei bestinha.
O problema da terceira etapa era o tempo que se consumia assistindo às aulas. Eu ainda estava vinculado ao curso de ciência da computação, só para ir adiantando cadeiras do curso de matemática, e em 2008.1, tinha me matriculado em Álgebra 1 e Física Geral 3, cadeiras um tanto pesadas. Por outro lado, eu já tinha visto quase todos os assuntos da terceira fase no ensino médio ou na universidade, então eu não costumava prestar muita atenção naquelas aulas, ficava conversando ou estudando Álgebra, e quase não estudava para as provas de IM 1 e IM 2. Eu estudei um pouco para as provas da primeira unidade e não tirei boas notas. Na segunda unidade, eu não estudei e tirei notas melhores do que as da primeira. Aí eu vi que realmente não deveria estudar para aquilo.
Com o tempo, o pessoal foi desistindo, a sala foi ficando menos cheia... Acho que com um mês e meio de aula, só tinha uns 40 candidatos ativos, e olhe lá. Por essa época, eu estava sentindo falta de tempo para estudar Álgebra e Física 3, então mandei um e-mail para um dos professores pedindo permissão para faltar às aulas da terceira etapa. Ele disse:
§2. Álgebra 1 e Física 3
Em Física 3, apareciam umas integrais de superfície, coisa que eu nunca tinha visto em Cálculo; aí eu me assustei logo. Quando fui estudar para a primeira prova, fiz a reserva do livro na biblioteca mas não consegui pega-lo simplesmente porque a pessoa que estava com ele não queria devolve-lo (deve ter preferido pagar a multa). Tentei estudar por outros livros, mas não era a mesma coisa. Fiz a primeira prova tendo estudado muito pouco e me saí muito mal (tirei algo em torno de 3,5). Passei a estudar mais, minha segunda nota foi melhor, mas os assuntos foram ficando mais difíceis até que na terceira unidade, eu já estava pensando na possibilidade de faltar à prova. Eu queria passar por média, se eu visse que não teria condições, era melhor desistir. Terminei fazendo isso mesmo. Faltei à terceira prova e deixei essa cadeira para pagar depois, quando tivesse entrado em matemática.
Eu tinha começado a estudar álgebra abstrata (o conteúdo de Álgebra 1) por um livro bom (Contemporary Abstract Algebra, de Joseph Gallian), porém muito diferente do que estava sendo adotado pelo professor (Introdução à Álgebra, de Adilson Gonçalves). Mudava o enfoque e a ordem dos assuntos. Depois de certo tempo, quando vi que não tinha jeito, comecei a usar o Adilson. É um livrinho pequeno e chatinho, cheio de erros tipográficos (alguns já corrigidos nas edições mais recentes), abusos de linguagem e partes mal explicadas.
Na primeira prova de Álgebra 1, tirei 8,0. Fiquei mais do que satisfeito com essa nota, mas Jorge, um cara da física que ajudava o professor nas demonstrações mais difíceis, ficou meio triste por ter tirado 9,5. Na segunda prova, tirei 5,5: comecei a ficar preocupado. O assunto da terceira unidade era bastante difícil e o Adilson não ajudava muito. Tinha parágrafos introdutórios de capítulos do livro que eu levei dias para entender. Para assimilar o assunto da terceira prova, reescrevi e redemonstrei (detalhadamente) alguns teoremas em folhas de caderno que eu guardo até hoje (Fig. 2). Me esforcei para tirar 7,5, e até que não me saí muito mal, mas não deu para passar por média; consequentemente, Álgebra 1 era mais uma cadeira que eu não aproveitaria quando entrasse em matemática. Eu não estava com vontade de me preocupar com a final, queria ir para Cupira, então deixei ser reprovado em Álgebra 1, também.
§3. Versões multidimensionais de fórmulas e teoremas da geometria plana
Durante as conversas com o povo da terceira fase (principalmente Gabriel, Diógenes e outros da turma do fundão), era comum propormos problemas matemáticos uns aos outros. Em uma dessas conversas, no final do período, eu me desviei um pouco do problema proposto e passei a me perguntar se o teorema de Pitágoras seria válido para um tetraedro ortogonal (como o da Fig. 3) se interpretássemos faces como lados e áreas como comprimentos.
Chamando de a, b, c, d, respectivamente, as áreas das faces ABC, ABO, BCO, CAO, eu fiz umas continhas e vi que a² = b² + c² + d². Aí eu quis ir além: "Será que eu posso definir seno e cosseno de ângulos sólidos e usar esse conceito para enunciar uma espécie de lei dos senos e lei dos cossenos para tetraedros?", pensei. Não cheguei a uma conclusão sobre isso em 2008, porém anos mais tarde, eu retomaria essa questão (breve, no Cap. 9).
No início de julho, já em Cupira, de férias, generalizei para dimensões maiores a definição de volume de um tetraedro (Fig. 5), a fim de provar versões multidimensionais do teorema de Pitágoras. Mas as contas estavam ficando muito complicadas e dava a impressão que aquelas minhas genaralizações do teorema de Pitágoras não iriam valer para dimensões maiores que 3. Essa questão eu também retomaria anos depois (aguarde até o Cap. 9).
§4. A turma inicial do bacharelado em matemática
Em 10/07/2008, saiu o resultado extra-oficial da terceira etapa. Os aprovados foram:
DIOGENES UCHOA TAVARES
EDGAR CORREA DE AMORIM FILHO
SAULO MEDEIROS DE ARAUJO
MARCIO HENRIQUE AUGUSTO GOMES
RICARDO ERYTON SANTOS TORRES
JOAO ALVES SILVA JUNIOR (Eu)
GABRIEL GUIMARAES CARVALHO
KARLA POLYANA SILVA FALCAO
THIAGO SEPULVEDA SUZART
GUSTAVO FERREIRA DE OLIVEIRA
VINICIUS FRAGA CEOTTO
GILSON SIMOES FERREIRA JUNIOR
CARLOS VINICIUS DE LUNA CORDEIRO (Papel)
BRUNO VINICIUS ALVES DE ANDRADE (Bob)
TARDELLI FERREIRA DIAS
ELAINE DE ARAUJO FARIAS
Isso corresponde a 18% do total de aprovados na segunda fase do vestibular. E a tendência era essa turma diminuir mais um bocado nos anos seguintes.
§5. Últimos dias antes de entrar na matemática
A colação de grau de Odair ocorreu em 14/07/2008. Eu estava lá. (Fig. 7.)
1. Nothing But You - Paul Van Dyk;
2. Roxanne - The Police;
3. Voices inside My Head - The Police;
4. A Fifth of Beethoven - Walter Murphy & the Big Apple Band;
5. My Eyes Have Seen You - The Doors.
§1. A terceira etapa
Noventa pessoas foram aprovadas na segunda fase do vestibular para o bacharelado em matemática. Como o curso só tem 30 vagas por ano, pelo menos 60 desse total de candidatos seriam desclassificados (ou desistiriam) durante a terceira etapa. Nessa terceira fase, teríamos aulas e provas de duas disciplinas (Introdução à Matemática 1 e Introdução à Matemática 2) nas tardes de terça, quinta e sexta (cada dia com 2h de cada disciplina), durante todo o primeiro semestre letivo de 2008.
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| Figura 1: Declaração de confirmação de participação na terceira etapa, que recebi no primeiro dia de aula (25/02/2008). |
As aulas eram boazinhas para revisar assuntos de matemática básica e principalmente para ver a cara do pessoal, conhecer o povo que estudaria comigo em matemática. Gabriel e Gilson eu já conhecia pelo Orkut desde antes do vestibular. O resto eu fui conhecendo aos poucos.
Logo nos primeiros dias, Gabriel me disse que eu tinha tirado 10 na redação do vestibular, ele tinha visto minha nota na COVEST quando foi levar a documentação lá. Depois, Gilson me passou o link da página na internet onde tinha as notas e, de fato, eu tirei 10, tanto na redação como nas questões discursivas, ou seja, em toda a prova da segunda etapa. Fiquei bestinha.
O problema da terceira etapa era o tempo que se consumia assistindo às aulas. Eu ainda estava vinculado ao curso de ciência da computação, só para ir adiantando cadeiras do curso de matemática, e em 2008.1, tinha me matriculado em Álgebra 1 e Física Geral 3, cadeiras um tanto pesadas. Por outro lado, eu já tinha visto quase todos os assuntos da terceira fase no ensino médio ou na universidade, então eu não costumava prestar muita atenção naquelas aulas, ficava conversando ou estudando Álgebra, e quase não estudava para as provas de IM 1 e IM 2. Eu estudei um pouco para as provas da primeira unidade e não tirei boas notas. Na segunda unidade, eu não estudei e tirei notas melhores do que as da primeira. Aí eu vi que realmente não deveria estudar para aquilo.
Com o tempo, o pessoal foi desistindo, a sala foi ficando menos cheia... Acho que com um mês e meio de aula, só tinha uns 40 candidatos ativos, e olhe lá. Por essa época, eu estava sentindo falta de tempo para estudar Álgebra e Física 3, então mandei um e-mail para um dos professores pedindo permissão para faltar às aulas da terceira etapa. Ele disse:
"Acredito que não haja grande prejuizo, considerando que você de fato não assiste as aulas (quando presente, voce ou está lendo outra coisa ou conversando) e que não temos controle absoluto sobre a frequência (a frequência é para obrigar alunos que precisam assistir as aulas a de fato estarem presentes)."Ele já sabia que eu estava um pouco mais adiantado, pagando cadeiras do terceiro período, etc., e foi também por isso que ele deixou eu faltar. A professora da outra disciplina da terceira etapa também me liberou.
§2. Álgebra 1 e Física 3
Em Física 3, apareciam umas integrais de superfície, coisa que eu nunca tinha visto em Cálculo; aí eu me assustei logo. Quando fui estudar para a primeira prova, fiz a reserva do livro na biblioteca mas não consegui pega-lo simplesmente porque a pessoa que estava com ele não queria devolve-lo (deve ter preferido pagar a multa). Tentei estudar por outros livros, mas não era a mesma coisa. Fiz a primeira prova tendo estudado muito pouco e me saí muito mal (tirei algo em torno de 3,5). Passei a estudar mais, minha segunda nota foi melhor, mas os assuntos foram ficando mais difíceis até que na terceira unidade, eu já estava pensando na possibilidade de faltar à prova. Eu queria passar por média, se eu visse que não teria condições, era melhor desistir. Terminei fazendo isso mesmo. Faltei à terceira prova e deixei essa cadeira para pagar depois, quando tivesse entrado em matemática.
Eu tinha começado a estudar álgebra abstrata (o conteúdo de Álgebra 1) por um livro bom (Contemporary Abstract Algebra, de Joseph Gallian), porém muito diferente do que estava sendo adotado pelo professor (Introdução à Álgebra, de Adilson Gonçalves). Mudava o enfoque e a ordem dos assuntos. Depois de certo tempo, quando vi que não tinha jeito, comecei a usar o Adilson. É um livrinho pequeno e chatinho, cheio de erros tipográficos (alguns já corrigidos nas edições mais recentes), abusos de linguagem e partes mal explicadas.
Na primeira prova de Álgebra 1, tirei 8,0. Fiquei mais do que satisfeito com essa nota, mas Jorge, um cara da física que ajudava o professor nas demonstrações mais difíceis, ficou meio triste por ter tirado 9,5. Na segunda prova, tirei 5,5: comecei a ficar preocupado. O assunto da terceira unidade era bastante difícil e o Adilson não ajudava muito. Tinha parágrafos introdutórios de capítulos do livro que eu levei dias para entender. Para assimilar o assunto da terceira prova, reescrevi e redemonstrei (detalhadamente) alguns teoremas em folhas de caderno que eu guardo até hoje (Fig. 2). Me esforcei para tirar 7,5, e até que não me saí muito mal, mas não deu para passar por média; consequentemente, Álgebra 1 era mais uma cadeira que eu não aproveitaria quando entrasse em matemática. Eu não estava com vontade de me preocupar com a final, queria ir para Cupira, então deixei ser reprovado em Álgebra 1, também.
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| Figura 2: Notas de álgebra, feitas por mim nas últimas semanas de 2008.1. |
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| Figura 3: Eu em Cupira, 24/06/2008. |
§3. Versões multidimensionais de fórmulas e teoremas da geometria plana
Durante as conversas com o povo da terceira fase (principalmente Gabriel, Diógenes e outros da turma do fundão), era comum propormos problemas matemáticos uns aos outros. Em uma dessas conversas, no final do período, eu me desviei um pouco do problema proposto e passei a me perguntar se o teorema de Pitágoras seria válido para um tetraedro ortogonal (como o da Fig. 3) se interpretássemos faces como lados e áreas como comprimentos.
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| Figura 4: Tetraedro ortogonal. |
Chamando de a, b, c, d, respectivamente, as áreas das faces ABC, ABO, BCO, CAO, eu fiz umas continhas e vi que a² = b² + c² + d². Aí eu quis ir além: "Será que eu posso definir seno e cosseno de ângulos sólidos e usar esse conceito para enunciar uma espécie de lei dos senos e lei dos cossenos para tetraedros?", pensei. Não cheguei a uma conclusão sobre isso em 2008, porém anos mais tarde, eu retomaria essa questão (breve, no Cap. 9).
No início de julho, já em Cupira, de férias, generalizei para dimensões maiores a definição de volume de um tetraedro (Fig. 5), a fim de provar versões multidimensionais do teorema de Pitágoras. Mas as contas estavam ficando muito complicadas e dava a impressão que aquelas minhas genaralizações do teorema de Pitágoras não iriam valer para dimensões maiores que 3. Essa questão eu também retomaria anos depois (aguarde até o Cap. 9).
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| Figura 5: Definição que dei, em agosto de 2008, para o "hipervolume" de um "hipertetraedro". |
§4. A turma inicial do bacharelado em matemática
Em 10/07/2008, saiu o resultado extra-oficial da terceira etapa. Os aprovados foram:
DIOGENES UCHOA TAVARES
EDGAR CORREA DE AMORIM FILHO
SAULO MEDEIROS DE ARAUJO
MARCIO HENRIQUE AUGUSTO GOMES
RICARDO ERYTON SANTOS TORRES
JOAO ALVES SILVA JUNIOR (Eu)
GABRIEL GUIMARAES CARVALHO
KARLA POLYANA SILVA FALCAO
THIAGO SEPULVEDA SUZART
GUSTAVO FERREIRA DE OLIVEIRA
VINICIUS FRAGA CEOTTO
GILSON SIMOES FERREIRA JUNIOR
CARLOS VINICIUS DE LUNA CORDEIRO (Papel)
BRUNO VINICIUS ALVES DE ANDRADE (Bob)
TARDELLI FERREIRA DIAS
ELAINE DE ARAUJO FARIAS
Isso corresponde a 18% do total de aprovados na segunda fase do vestibular. E a tendência era essa turma diminuir mais um bocado nos anos seguintes.
§5. Últimos dias antes de entrar na matemática
A colação de grau de Odair ocorreu em 14/07/2008. Eu estava lá. (Fig. 7.)
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| Figura 6: Centro de Convenções no dia da formatura de Odair, antes de começarem as solenidades. |
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| Figura 7: Eu na formatura de Odair. |
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| Figura 8: Plaquinha da formatura de Odair (coloquei essa foto aqui só para mostrar a cara dele). |
Informações sobre as disciplinas, principalmente as do ciclo básico, eu já tinha. Já sabia quais livros utilizar, onde arrumar os livros (tinha todos os do ciclo básico na biblioteca), etc. Uma das cadeiras que eu iria pagar no primeiro período de matemática era Cálculo Diferencial e Integral 2. (Não tinha pago antes por falta de vagas.) Então peguei o volume 2 do Stewart para ir adiantando os assuntos. Deu para ver boa parte do conteúdo antes de começarem as aulas.
Na terceira semana de julho (provavelmente, no dia 19 ou 20), eu acessei o Siga e vi lá um aviso dizendo que eu não poderia me matricular em ciência da computação porque já tinha feito matrícula em outro curso (no caso, matemática). Mas eu podia, ainda, fazer matrícula vínculo em, ou trancar o curso de, ciência da computação, no período de modificação de matrícula. A diferença entre matrícula vínculo e trancamento é que na matrícula vínculo, o tempo da sua graduação continua sendo contado; no trancamento, o tempo não é contado, mas o número de semestres que você pode trancar é limitado.
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| Figura 9: Eu, no rigoroso inverno cupirense, adiantando os assuntos de Cálculo 2. Foto tirada em 20/07/2008. |
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| Figura 10: Foto tirada em 24/07/2008. Contas. |
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| Figura 11: Foto tirada em 28/07/2008, mostrando o meu quarto, em Cupira, a mesinha que eu às vezes levava para a garagem, e o vol. 2 do Stewart, sobre ela. |
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Só alma sebosa na tua turma!
ResponderExcluirHahahahhahahaha! Tás vendo...
ResponderExcluirAcabo de fazer uma modificação no primeiro parágrafo da seção 2. Eu tinha esquecido da principal causa de eu ter me saído mal na primeira prova de Física 3: o vol. 3 do Halliday estava indisponível. Fiquei um tempão esperando que ele fosse liberado e só nos últimos dias antes da prova, tentei estudar por outros livros.
ResponderExcluirContinuarei fazendo modificações em qualquer postagem da retrospectiva sempre que achar que deixei de mencionar algo importante.
Outra modificação: inseri um parágrafo no final da seção 5 falando sobre trancamento e matrícula vínculo.
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